Em sua infância, Elzilene Dornelo tinha contato com o leite apenas quando chegava em garrafas pelas mãos dos vizinhos — “em casa, nunca tivemos uma vaca’. O queijo para ela era algo distante, feito por outros: “Lembro de quando íamos passear na casa da minha vó, quando criança, ela fazia queijo e me lembro bem quando ela ralava os queijos para eles ficarem lisinho.” Mas, foi só depois de adulta que ela descobriu que, mesmo sem saber, o sentimento queijeiro já existia dentro dela, esperando o momento certo de virar caminho e paixão.